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Atividade de informática educativa

4º ano

AS LÁGRIMAS DE POTIRA

            Há muito tempo, vivia à beira de um rio uma tribo de índios. Dela fazia parte um casal muito feliz: Itagibá e Potira. Itagibá, que quer dizer braço forte, era um guerreiro robusto e destemido. Potira, cujo nome quer dizer flor era uma índia jovem e formosa.
            Vivia o casal tranqüilo e venturoso, quando rebentou uma guerra contra uma tribo vizinha. Itagibá teve de partir para a luta. E foi com profundo pesar que se despediu da esposa querida e acompanhou os outros guerreiros. Potira não derramou uma só lágrima, mas seguiu com os olhos cheios de tristeza, a canoa que conduzia o esposo, até que a mesma desapareceu na curva do rio.
            Passaram-se muitos dias sem que Itagibá voltasse à taba. Todas as tardes, a índia esperava à margem do rio, o regresso do esposo amado. Seu coração sangrava de saudade, mas permanecia serena e confiante, na esperança de que Itagibá voltaria à taba.
            Finalmente, Potira foi informada de que seu esposo jamais regressaria. Ele havia morrido como um herói, lutando contra o inimigo. Ao ter essa notícia, Potira perdeu a calma que mantivera até então e derramou lágrimas copiosas.
            Vencida pelo sofrimento, Potira passou o resto de sua vida, a beira do rio, chorando sem cessar. Suas lágrimas puras e brilhantes misturaram-se com as areias brancas do rio.
            A dor imensa da índia impressionou Tupã, o rei dos deuses. E este, para perpetuar a lembrança do grande amor de Potira, transformou suas lágrimas em diamantes.
            Daí a razão pela qual os diamantes são encontrados entre os cascalhos dos rios e regatos. Seu brilho e pureza recordam as lágrimas de Potira.

 

 

Theobaldo Miranda Santos. Lendas e mitos do Brasil. São Paulo. Ed. Nacional, 1987. P. 140-1

 

 

1 – Faça leitura silenciosa e vá anotando no caderno as palavras que você não conhece. Depois o professor irá sortear alguém para contar a história para a classe. Se for você o escolhido, atenção à sequência da história, aos detalhes importantes, à altura da voz.  Caso você não seja o escolhido, é importante que preste atenção e faça silêncio à  recontagem feita pelo colega.  

2 – Explique, pesquisando no dicionário, o significado das palavras e expressões destacadas a seguir.

a)    a)   “...guerreiro robusto e destemido.”

b)    b)   “...casal tranqüilo e venturoso,”

c)     c)  “...rebentou uma guerra...”

d)     d) “...profundo pensar...”

     e)   “...lágrimas copiosas.”

4 – Como se sentiu Itagibá quando teve que partir para a guerra?

5 – Em sua opinião, por que Potira não derramou lágrimas quando o marido partiu?

6 – Explique, por escrito,  por que essa história foi criada.

7 – O que nesse texto poderia fazer parte da realidade e o que não poderia?

8 – O que há de comum entre o diamante e as lágrimas de Potira?

 

 



Escrito por Juliana Oliveira às 10h35
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Atividade de informática educativa

7º ano

 

Leia o poema abaixo e transforme-o em uma notícia de jornal, não esquecendo de colocar manchete e lide em seu texto. Em seguida, pesquise na internet uma imagem que sirva de ilustração para sua notícia e crie uma legenda para a mesma.

 

Poema tirado de uma notícia de jornal
 

João Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da Babilônia num barracão sem número
Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro
Bebeu
Cantou
Dançou
Depois se atirou na lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado.




Escrito por Juliana Oliveira às 15h51
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Informática educativa

6º ano

Resenha

1. Acesse o site www.resenhafilme.blogspot.com.br e pesquise resenha de um filme que você não tenha assistido ainda e responda as questões abaixo:

 

a) Qual o título do filme que você pesquisou?

b) A resenha lida te incentivou ou desmotivou a assistir ao filme? Por quê?

c) Cite algumas qualidades positivas e/ou negativas que foram citadas sobre o filme na resenha lida.

 

2. Ainda no site www.resenhafilme.com.br pesquise e leia uma resenha sobre algum filme que você já tenha assistido e gostado e responda as questões abaixo:

 

a) O autor da resenha lida lida tem a mesma opinião que você sobre o filme? Justifique.

b) Cite defeitos ou qualidades apontadas pelo autor da resenha sobre o filme em questão com as quais você discorde e explique por que discorda.



Escrito por Juliana Oliveira às 15h08
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Informática educativa

6º ano

Resenha

Leia as duas resenhas abaixo e depois faça as atividades a seguir.

Texto 1

Resenha: Harry Potter e as relíquias da morte parte II

Depois de 10 anos desde sua estréia, a saga do bruxo Harry Potter chega ao fim (ou pelo menos ao fim das adaptações dos livros sobre ele). Ele chega ao final dando uma vontade que quase nenhum de seus antecessores conseguiu antes: fazer com que tivéssemos a vontade de reassistir a todos os filmes anteriores. As crianças cresceram, e os filmes também [...]. São mais de duas horas do final não somente do último livro, mas de toda a saga. Um belo e emocionante final.

Como tinha escrito na resenha do filme anterior, eu tinha uma desconfiança que quase todas as partes emocionantes do livro deveriam ter ficado para a segunda parte do filme, e não estava errado. Se a tática de dividir o filme em dois foi puramente para angariar mais dinheiro, não é do meu pecúlio. O fato é que a divisão permitiu que este filme pudesse guardar mais emoções nesse capítulo que em todo o resto da saga. Depois da série ter seus altos baixos, é bom saber que ela termina por cima.

O elenco merece ser (novamente) destacado. Quem diria que o menino que começou inocente dez anos atrás conseguiria se tornar um ator capaz de realizar todas as nuances que seu personagem necessita neste último épico? Seus protagonistas cresceram para se tornarem bons atores. Chegou o momento de Harry Potter enfrentar cara a cara Voldemort, e são as atuações que definem essa parte do filme. E as atuações são ótimas, tanto de veteranos quanto de novatos. [...]

Tecnicamente o filme também não deixa a desejar em nada. O diretor David Yates, responsável pelos últimos filmes do bruxo, conduz o final com maestria. É uma montanha russa emocional pelo qual ele nos leva para diferentes sentimentos, mistérios e até mesmo guerra. Tudo isso apoiado por duas coisas que me chamaram bastante atenção: uma fotografia primorosa de Eduardo Serra e efeitos que em nenhum momento desviam a atenção do filme, servem apenas para contar uma história. Tudo na medida certa.

Nada vou dizer do filme para não estragar nenhuma surpresa. Quem não sabe o que vai acontecer na história, terá muitas surpresas. Quem leu o livro ficará na expectativa de que tudo corra como leram e imaginaram que seria. Harry Potter é tudo que os blockbusters deveriam ser com um grau de excelência que alguns raros filmes atingem. São todas essas coisas e um ótimo final que farão, pelo que eu acredito, fazer com que a saga viva ainda por muitos anos. E com merecimento, pois acabou ficando melhor do que esperava que fosse se tornar.

Disponível em: resenhafilme.blogspot.com.br

Texto 2

Resenha: Harry Potter e as relíquias da morte parte II

Por Luiz Gustavo Vilela

[...] “Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2” começa do exato ponto em que a parte 1 terminou. Com Voldemort conseguindo a varinha das varinhas (uma das relíquias) e com os três garotos tentando decidir qual será o próximo passo na busca pelas Horcruxes [...].

Curiosamente, o filme acelera demais os acontecimentos, tornando a experiência um pouco vertiginosa. Não temos mais aquelas belas passagens da primeira parte, em que vemos Harry sozinho, pensando. Nem parece o mesmo filme. Mas há uma certa recompensa nisso. As cenas das batalhas são muito bacanas (mesmo para quem achava que nunca mais ia curtir uma cena de batalha depois de “O Senhor dos Anéis”).

Os não fãs de Harry Potter podem até chiar por um ou outro furo no roteiro (como o desaparecimento de Luna, que reaparece em Hogwarts misteriosamente), ou pela luta anticlímax (que é bastante parecida com o livro), ou mesmo perguntas que ficam sem respostas, como ‘por que ele tinha a capa da invisibilidade?’ (que são respondidas nos livros). Mas a questão mais importante, no fundo, é: se você não é um admirador da franquia, por que assistiu oito filmes, cujo menor tem duas horas e 15 minutos?

Porque, no fundo, o importante no filme é dar uma conclusão ao que foi iniciado de forma infantilóide no primeiro longa, dirigido por Cris Columbus. É acompanhar o final da jornada desse personagem que viu muitos sacrificarem tanto por ele, e agora entende que é ele quem tem que sacrificar algo pelos outros.

Ajuda no processo, talvez mais que direção de David Yates, toda a bagagem dos atores. O trio principal, Daniel Radcliff, o Harry, Rupert Grint, o Ron, e Emma Watson, a Hermione, cresceu contracenando com alguns dos melhores atores vivos do Reino Unido. Gente como John Hurt, Emma Thompson e Warwick Davis, por exemplo, fazem apenas pontas na franquia. Por conta disso, os três, hoje, com pouco mais de 20 anos, acabam dando um belo show. Mas os pontos altos ainda ficam, como foi frequente nos outros filmes, com Ralph Fiennes, o Voldemort, e Alan Rickman, como Snape [...].

Por conta de tudo isso é que é um pouco triste que o embate entre Harry e Voldemort seja um pouco anticlimático. Ainda durante a luta parece difícil acreditar que Harry seja páreo para Voldemort, especialmente depois de tudo o que já vimos ele fazer. Mas acaba que é uma luta bem parecida com a descrição do livro. E pobre de quem tiver coragem de mudar o final de “Harry Potter” para o filme.

Disponível em: www.pop.com.br

 

Atividades

1.       Os dois textos lidos são resenhas sobre o último filme da série “Harry Potter”. Você assistiu a algum filme da série? Gostou? Por quê?

2.       Ao ler as duas resenhas, você acredita que os autores têm a mesma opinião sobre o filme? Justifique.

3.       Sobre a primeira resenha lida, explique com suas palavras o trecho: “Se a tática de dividir o filme em dois foi puramente para angariar mais dinheiro, não é do meu pecúlio”.

4.       O autor da segunda resenha faz algumas críticas sobre o último filme da série Harry Potter e as relíquias da morte. Que críticas são essas?

5.       Os autores das duas resenhas acreditam que a qualidade do filme se deve a um mesmo fator. Que fator é esse?

6.       Qual das duas resenhas você acredita que fez mais críticas negativas ao filme? Cite exemplos.

7.       Imagine que você quisesse alugar o DVD  “Harry Potter e as relíquias da morte -   parte II, mas antes tivesse lido as duas resenhas acima para se informar sobre o filme. Você acha que elas te incentivariam a assistir ao filme ou o desanimariam? Por quê?

 

 

 

 

 



Escrito por Juliana Oliveira às 15h06
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Informática educativa

Contos populares

Leia o conto "O lobisomem" e responda as questões abaixo no Word.

O Lobisomem

Samir Curi Meserani

 

              Contam que em Lambari, perto de Porto Martins, um casal teve um filho homem depois de já ter sete filhas mulheres. O menino estava predestinado a ser um lobisomem. Seus pais rezavam todas as noites para que esse destino não se cumprisse. Mas, na noite em que fez trezes anos, ele saiu correndo até uma umburana, em frente de sua casa, estrebuchou e virou lobisomem. Já estava pronto para percorrer sete vilas, quando ouviu uma algazarra. Eram seus colegas de classe que estavam vindo para fazer-lhe uma festa de aniversário, de surpresa. Quando viram a fera, saíram em disparada. Menos uma menina de nome Mariza, que, além de não acreditar em lobisomem, usava óculos por ser muito míope.

            Na correria, um colega derrubou seus óculos no chão. Sem enxergar direito, Mariza foi em frente, carregando o bolo de aniversário e uma faca para cortá-lo. O lobisomem avançou. Mariza, vendo sem nitidez um vulto que avançava sobre o bolo, cutucou-o com a faca, pensando que fosse um convidado guloso. Gritou: – Sai pra lá e espera! Primeiro o aniversariante!

            Ao cutucar com a faca, feriu a pata do lobisomem, que começou a sangrar. E a fera, na mesma hora, transformou-se novamente no menino, que se apressou a cortar o bolo.

            Enquanto isso, a turma voltava para cantar o Parabéns pra você .

            O menino cresceu normal e nunca mais se transformou em lobisomem. Terminado o colégio, montou uma doceria chamada Ao Bolo do Lobo, que até hoje existe em Lambari. Mariza formou-se em História e tornou-se professora. Diz a seus estudantes que essa história de lobisomem é bobagem, que nunca viu nenhum. A propósito, gosta de citar o filósofo Hobbes, para quem o verdadeiro lobo do homem é o próprio homem.

 

Transcrito de Os incríveis seres fantásticos , São Paulo: FTD, 1993, p.24

 

1. O que acharam dessa história?

2. Vocês acreditam que essa história é verídica, isto é, aconteceu de verdade?

3. Transcreva algum trecho do texto que prove que você tem razão, isto é, se acredita que a história aconteceu de verdade ou não.

4. Mariza é a heroína dessa história porque salvou o menino. Como isso aconteceu?

5. Por que hoje Mariza diz aos seus estudantes que "essa história de lobisomem é bobagem"?

6. O que vocês acham que significa a frase "o lobo do homem é o próprio homem"?

7. Crie uma tabela no Word com três colunas: uma para colocar palavras do texto cujo significado você não conhece, outra para colocar o significado que você imagina que a palavra tenha e a última para colocar o verdadeiro significado da palavra (pequise no dicionário).

 

 

 



Escrito por Juliana Oliveira às 12h41
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Atividade de informática educativa

7º ano

Notícia de jornal

Pesquise, nos sites indicados abaixo, notícias de jornal, copie e cole-a em uma página do Word e localize nas mesmas os seguintes elementos:

  • Que fato aconteceu?
  • Quem são as pessoas envolvidas?
  • Quando aconteceu?
  • Onde aconteceu
  • Como aconteceu o fato?
  • Por que aconteceu (causas do fato)?
  • Há depoimentos na notícia? De quem são?

 

Sites de jornais:

www.folha.com.br

www.estadão.com.br

www.oglobo.globo.com

www.zerohora.clicrbs.com.br

Após desenvolver a atividade no Word, envie-a para o e-mail da professora orientadora de informática educativa.

 

 



Escrito por Juliana Oliveira às 12h24
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Atividade de compreensão - Lenda da Iara

 

 

1.     Há muitas lendas sobre a Iara no Brasil. A lenda que você leu pertence à qual lugar?

 

2.     Como era a casa de Iara, de acordo com a lenda?

 

3.     Quem era Jaguarari?

 

4.     Como Jaguarari sabia que era Iara quem o atraía ao lago?

 

5.     Jaguarari conseguiu fugir da Iara, mesmo hipnotizado por seu belo canto. Pode-se dizer que isso é realmente verdade? Por quê?

 

6.     endas são narrativas inventadas pela cultura local e transmitidas de geração para geração. São sempre baseadas em algum fato ou fenômeno. Seu objetivo é explicar por que algo acontece. Por que você acha que os índios criaram a Lenda da Iara?

7. Releia: "A Iara é uma moça linda, que vive na água. É tão bonita, que ninguém resiste ao seu encanto. Aparece à noite e costuma cantar com uma voz tão doce, que atrai as pessoas...". O que se observa nesse trecho é que:

a) (    ) O autor apresenta o enredo da história.

b) (    ) O autor apresenta o cenário.

c) (    ) o autor apresenta a personagem principal.

 

8. Como ficaria o trecho citado na questão 9 na fala da própria personagem?

9. Faça no KId Pix uma ilustração da lenda da Iara.


 



Escrito por Juliana Oliveira às 10h56
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Projeto de leitura

4º ano

 

A lenda da Iara - Amazônia

 

 

          A Iara é uma moça linda, que vive na água. É tão bonita, que ninguém resiste ao seu encanto. Aparece à noite e costuma cantar com uma voz tão doce, que atrai as pessoas e estas, quando se dão conta, já estão sendo arrastadas para o fundo da água.

          Tem um palácio no fundo de um lago, todo construído com pedras preciosas. Suas paredes são feitas de rubis, as janelas de águas-marinhas e a porta é de ouro maciço, fechada por um enorme diamante.

          Dizem que seu canto é mágico e atrai como um ímã. Não se pode fugir dele por mais que se queira. Diz a lenda, que Jaguarari foi atraído por esse canto...

          Jaguarari era um índio muito forte, corajoso e bom. Gostava de remar e o fazia tão bem que até as aves esticavam o pescoço para vê-lo.

          Um dia, Jaguarari partiu muito cedo da aldeia para caçar. Como era um belo dia, resolveu passá-lo na floresta. Encontrou um lago muito bonito e resolveu mergulhar.

          Depois de nadar bastante, deitou-se à beira do lago e admirou o céu. Só quando sentiu fome, saiu para caçar e preparou uma das caças ali mesmo. Comeu e adormeceu profundamente.

Jaguarari despertou quase ao anoitecer e apressou-se em retornar para a aldeia. Mal havia começado a andar, ouviu um canto maravilhoso, mais bonito que o do uirapuru. Sem perceber, foi em direção à origem da melodia e quando percebeu estava novamente no lago onde havia nadado.

          De repente, deparou-se com a Iara, tão linda que nem conseguia tirar seus olhos dela. Já estava quase entrando na água, quando lembrou do que os mais velhos contavam sobre a Iara.

          Conseguiu agarrar-se num tronco de árvore na beira do lago. Como era muito forte, segurou alguns cipós próximos e conseguiu se afastar.

          Quando chegou à aldeia, sua mãe percebeu que ele estava diferente, mas Jaguarari não contou à ela o que tinha acontecido... disse que era cansaço.

          Nos dias seguintes, continuava preocupado e triste, o que não era comum nele.

          Quando saía para pescar, passava a maior parte do tempo junto ao lago, esperando ver a Iara, que não aparecia.

          Com o passar dos dias, foi ficando mais impaciente e resolveu voltar ao lago. Como ele demorou a voltar para a aldeia, alguns índios foram procurá-lo. Perto do lago, um dos índios o avistou, em pé numa canoa, acompanhado por uma linda moça. Essa foi a última vez em que alguém o viu...

 

 



Escrito por Juliana Oliveira às 10h51
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Atividade de informática educativa

6º ano

Resenha

Observe a imagem abaixo e responda as questões a seguir:

 

 

Céu azul, muito sol e festa o ano inteiro: Aruba é um paraíso onde é sempre verão. Em suas famosas praia ensolaradas - Palm Beach, Tarrow Beach e outras -, o mar calmo de águas transparentes é sempre um convite irresistível para a prática dos mais emocionantes esportes aquáticos, mergulhos nos fascinantes recifes de coral, mergulhos com snorkel, passeios com lancha e muita pesca submarina. Mas você também encontra todas as facilidades para praticar outros esportes favoritos: a maioria dos hotéis possui quadras e instrutores de tênis, o boliche pode ser jogado no Camacuri Bowling Center, e para os golfistas existe o Aruba Golf Club.

 

01. Analisando a foto e o texto da propaganda, faça atenciosamente, um levantamento sobre:

 a) principal informação dada sobre o local;

b) os aspectos que segundo o folheto, fazem desse lugar o ideal para uma viagem de férias.

02. Analisando as características do texto, você acredita que este deve ser um folheto apenas informativo ou uma propaganda de turismo? Justifique sua

resposta.

03. Como demonstra o folheto, é comum associar as viagens de férias a momentos de diversão e magia. No entanto, nem sempre isso acontece. Levante alguns imprevistos ou problemas que podem acontecer durante uma viagem.

04. Suponha que você tenha ido a Aruba, mas não tenha gostado da cidade. Que pontos negativos você imagina que pudessem ser apontados sobre a viagem? Escreva um texto, como se você fosse um turista insatisfeito, deixando sua opinião no site da agência de turismo que organizou a viagem.



Escrito por Juliana Oliveira às 16h07
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Atividade de informática educativa

8º ano

O conteúdo do artigo de opinião

Leia os dois artigos de opinião abaixo e reflita:

 

Texto 1

O roubo do direito de ser criança

José Antônio Miguel

Preparar bem as crianças de agora implica, de maneira lógica, em ter uma sociedade melhor no futuro. É pensar o porquê atualmente, diante de grandes índices de violência, tantos menores de idade estão nessas estatísticas. É pensar que essa criança, esperança do futuro, vê-se numa encruzilhada vital tão cedo: trabalha, pratica crimes ou morre.

Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho, o Brasil tinha 4,6 milhões de trabalhadores com idade entre 10 e 17 anos, e 3milhões com idade inferior a 14. Segundo esses dados, 56,63% nada recebem por seu trabalho. Eis o roubo do direito de ser criança. Retiram-lhe, de maneira violenta, esse direito tão essencial comprometendo os fatores biológicos, psicológicos, intelectuais e morais, numa fase de extrema importância da vida. Ao invés de carrinhos, bonecas, brinquedos, uma enxada. Pais, que talvez quisessem educar, precisam ensinar o trabalho. Note bem a diferença entre educar e ensinar. Falta dinheiro para comprar comida, roupa, bonecas, carrinhos. Alguns, talvez munidos de  sua educação mais privilegiada, hão de pensar que não configura motivo para a delinqüência o fato de trabalhar desde cedo, afinal o trabalho é dignificante.

O trabalho é digno quando é exercido de forma digna. Não existe dignidade sem educação de qualidade e, não há dignidade em crianças de 10 anos trabalhando em meios insalubres, perigosos, em jornadas diárias superiores a 12 horas. Não há filhos de médicos, advogados, empresários trabalhando assim. Portanto, se fosse digno, todos desde a infância assim trabalhariam.

Crianças devem ser crianças. Esse tipo de trabalho não pode nem deve ser alternativa aos menores de idade porque marginaliza, tira deles um direito essencial de maneira tão violenta quanto àqueles que com uma arma roubam dez reais. Por isso, a importância da máxima de Rui Barbosa: “Aos iguais, tratamento igual; aos desiguais, tratamento desigual”.

 

JOSÉ ANTÔNIO MIGUEL

Direito na Universidade Estadual de Londrina

Texto retirado do jornal Folha de Londrina de

13/10/2007

 

Texto 2

Direito de brincar e ser feliz

Legalmente as crianças hoje têm garantido o  direito a um nome e nacionalidade, à saúde e à educação. Dentre os direitos da criança estabelecidos no Estatuto da Criança e do Adolescente, destaco o brincar como uma necessidade da criança, um jeito gostoso de aprender e se divertir. Pesquisas têm revelado que as brincadeiras ao ar livre, em parques e praças públicas deixam as crianças mais felizes. No entanto, as mcrianças estão cada vez mais distantes do sol, da grama, das pedras, da areia, da água, da natureza...

Para os pais, já não é mais possível deixá-las brincando na rua com os vizinhos. O trânsito e a violência urbana tiraram esta oportunidade. Em alguns condomínios de apartamentos não se previu a necessidade e o direito dos pequenos de brincar. Diante desta necessidade, eles brincam entre os carros nos estacionamentos dos prédios.

Nas escolas infantis encontramos pátios cimentados, brinquedos inadequados à faixa etária das crianças e, logo, embargados pelos órgãos competentes. Pensem numa creche em que as crianças “olham” para o escorregador, o balanço, o gira-gira e não podem brincar. Elas existem. Pensem no período escolar de uma criança de cinco, seis, sete anos de idade, onde  não há nem espaço – playground, área verde - tempo para brincar. Eles existem.

Nos espaços públicos encontramos praças abandonadas, sujas, brinquedos quebrados. Imaginem uma praça, um domingo de sol, crianças ávidas para correr, pular, dançar, movimentar-se ou simplesmente olhar as plantinhas, passarinhos, sentir o vento... As crianças “olham” para os destroços do que um dia foi um brinquedo, desistem de brincar ou então arriscam-se. Elas existem. Falta segurança, água potável, banheiros públicos, dignidade para exercer o direito de brincar.

As crianças são o que temos de mais precioso e precisam da nossa atenção para viver dignamente esta fase da vida que chamamos de infância. Como estamos olhando para as nossas crianças nos demais dias do ano? Infelizmente, nós – pais, professores, governantes etc. - não estamos conseguindo prover à criança o direito de brincar e ser feliz.

 

GILMARA LUPION MORENO

professora do Departamento de Educação da

Universidade Estadual de Londrina

Texto retirado do jornal Folha de Londrina de

12/10/2007

 

a) Qual é a questão controversa que está sendo discutida nos dois artigos?

b) Qual é a posição do autor do texto 1? Cite pelo menos dois argumentos utilizados pelo autor para defendê-la.

c)  Qual é a posição da autora do texto 2? Cite pelo menos dois argumentos

utilizados para defendê-la.

d)  Que dados concretos o autor do texto 1 utiliza para sustentar seus argumentos ?

e) Em que a autora do texto 2 se baseia para que seus argumentos sejam válidos?

f)  O que diz o autor do texto 1 para refutar as opiniões contrárias às suas?

 



Escrito por Juliana Oliveira às 12h59
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Atividade de informática educativa

5º ano

Contos populares

Releia o conto "A procissão dos mortos" e reflita sobre as questões abaixo:

A procissão dos mortos

Cecília Pereira de Souza

Aqui em Jaraguá, no largo do Rosário, morava u’a mulher. Ela ficava sempre na janela para explorar a vida dos outros, para falar da vida alheia. Essa mulher só vivia falando, olhando, murmurando. Falava de um, de outro, de moça, de tudo.

Entardecia e ela continuava na janela. Chegava a noite, todo o mundo ia dormir, ela continuava lá, até a meia-noite, explorando o tempo.

Um dia, dizem, quando ela estava na janela, passou bem em frente uma procissão. Era uma procissão muito grande. Ela ficou olhando um, olhando outro, mas não reconheceu ninguém.

Quando, então, saiu dessa procissão u’a moça, chegou perto de sua janela e disse:

– Olha, dona, a senhora toma essas velas aqui. Eu quero que a senhora guarde elas pra mim até amanhã. Eu quero que a senhora me entregue elas amanhã, nessa mesma hora.

Ela recebeu as velas, mas ficou receosa, porque não estava reconhecendo ninguém daquela procissão.

Depois que a procissão acabou, foi olhar as velas e viu que aquilo era canela de defunto.

Era osso da canela de defunto.

Ela ficou muito nervosa e não conseguiu dormir a noite inteira, pensando naquilo, imaginando que tinha de devolver aqueles ossos.

Na noite seguinte, ficou lá na janela com as velas na mão. Quando veio a procissão, a moça que tinha entregado as velas aproximou-se dela e falou:

– Olha, escuta aqui. Isso aqui é uma procissão dos mortos. Essas velas são ossos de quem já morreu. Você não fique na janela mais, explorando a vida dos outros não, porque isso é muito feio, é muito ruim, é até pecado.

Transcrito de Ione M. O. Valadares (org), História popular de Jaraguá. Goiânia: CECUP/UFG, 1983. p.37 .

a) Quem é o narrador da história?

b) Onde se passa a história?

c) Quem são os personagens?

d) Existe um conflito na história lida? Qual?

e) Como é o desfecho da história?



Escrito por Juliana Oliveira às 12h37
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Atividade de informática educativa

5º ano

Contos populares

A procissão dos mortos

Cecília Pereira de Souza

 

Aqui em Jaraguá, no largo do Rosário, morava u’a mulher. Ela ficava sempre na janela para explorar a vida dos outros, para falar da vida alheia. Essa mulher só vivia falando, olhando, murmurando. Falava de um, de outro, de moça, de tudo.

Entardecia e ela continuava na janela. Chegava a noite, todo o mundo ia dormir, ela continuava lá, até a meia-noite, explorando o tempo.

Um dia, dizem, quando ela estava na janela, passou bem em frente uma procissão. Era uma procissão muito grande. Ela ficou olhando um, olhando outro, mas não reconheceu ninguém.

Quando, então, saiu dessa procissão u’a moça, chegou perto de sua janela e disse:

– Olha, dona, a senhora toma essas velas aqui. Eu quero que a senhora guarde elas pra mim até amanhã. Eu quero que a senhora me entregue elas amanhã, nessa mesma hora.

Ela recebeu as velas, mas ficou receosa, porque não estava reconhecendo ninguém daquela procissão.

Depois que a procissão acabou, foi olhar as velas e viu que aquilo era canela de defunto.

Era osso da canela de defunto.

Ela ficou muito nervosa e não conseguiu dormir a noite inteira, pensando naquilo, imaginando que tinha de devolver aqueles ossos.

Na noite seguinte, ficou lá na janela com as velas na mão.  Quando veio a procissão, a moça que tinha entregado as velas aproximou-se dela e falou:

– Olha, escuta aqui. Isso aqui é uma procissão dos mortos. Essas velas são ossos de quem já morreu. Você não fique na janela mais, explorando a vida dos outros não, porque isso é muito feio, é muito ruim, é até pecado.

 

 

Transcrito de Ione M. O. Valadares (org), História popular de Jaraguá. Goiânia: CECUP/UFG, 1983. p.37 .

1. O que você achou dessa história?

2. Você acredita que depois de mortas as pessoas podem voltar à terra?

3. Sabe o que é procissão e o seu sentido?

4. Já participou de uma ou pelo menos já viu passar alguma em sua cidade?

5. Você conhece alguém que vive falando mal dos outros? O que acha disso?

6. Com que intenção uma das defuntas entregou aquela "vela" à moça que vivia na janela?

 

 

 

 



Escrito por Juliana Oliveira às 12h34
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Atividade de informática educativa

5º ano

Contos populares

Uma noite no paraíso

Sylvia Manzano

 

            Certa vez, dois amigos inseparáveis fizeram o seguinte juramento: aquele que casasse primeiro chamaria o outro para padrinho, mesmo que esse outro estivesse no fim do mundo.Pois bem: um dos amigos morre e o outro, que estava noivo, não sabendo o que fazer, vai pedir conselhos a seu confessor. O pároco assegura que a palavra deve ser mantida. Então o noivo vai até o túmulo do amigo convidá-lo para o casamento.

            O morto aceita o convite de muito bom grado. No dia da cerimônia, não diz uma palavra sobre o que vira no outro mundo. No final do banquete ele fala:

            – Amigo, como lhe fiz este favor, você agora deve me acompanhar um pouquinho até minha morada.

            O recém-casado, não resistindo à curiosidade, pergunta como era a vida do outro lado.

            O morto, fazendo um pouco de suspense, responde dessa forma:

            – Se quiser saber, venha também ao paraíso. O outro concorda. O túmulo se abre e o vivo segue o morto. A primeira coisa que vê é um lindo palácio de cristal, onde os anjos tocavam para os beatos dançarem e São Pedro, muito feliz, dedilhava seu contrabaixo. Mais adiante, o amigo lhe apresenta nova maravilha: um jardim onde as árvores, em vez de folhas, tinham pássaros de todas as cores, que cantavam.

            Vamos em frente – diz o morto ao amigo, que fica cada vez mais deslumbrado. – Agora vou levá-lo para ver uma estrela.

            O recém-casado percebe que não se cansaria nunca de admirar as estrelas, os rios, que em vez de água eram de vinho, e a terra, que era de queijo. De repente o noivo cai em si, lembra-se da noiva que ficara a esperá-lo e pede:

            – Compadre, preciso voltar para casa, minha esposa deve estar preocupada.

            – Como preferir.

            Assim dizendo, o morto o acompanha até o túmulo, sumindo logo a seguir. Ao sair do túmulo, o vivo fica assombrado com o que vê ao redor: no lugar daquelas casinhas de pedra meio improvisadas há palácios, bondes, automóveis; as pessoas todas vestidas de modo diferente. Para se certificar, pergunta o nome da cidade a um velhinho que por ali passava.

            – Sim, é esse o nome desta cidade.

            No entanto, ao chegar à igreja é atendido por um bispo muito importante que, consultando os arquivos existentes ali, descobre que trezentos anos atrás um noivo havia acompanhado o padrinho ao túmulo e não tinha voltado nunca mais.

 

  Transcrito de Nova Escola, São Paulo, v.9, n.75, p.30-1, maio 1994.

1. Você gostou da história? Acredita que isso possa acontecer de verdade?

2. Que parte achou mais interessante? E a mais engraçada?

3. O que levou o noivo a aceitar o convite de seu amigo para conhecer "o outro lado" da vida?

4. O que você acha que aconteceu para o noivo retornar do túmulo somente 300 anos depois?



Escrito por Juliana Oliveira às 13h20
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Atividade de informática educativa

8º ano

Reconhecendo artigos de opinião

Leia os textos que se seguem, procurando identificar qual é a finalidade ou objetivo dos autores ao escrevê-los.

 

 Texto 1

Pais devem estabelecer limites

São os pais que devem buscar estabelecer limites no uso de lan house e internet. “Às vezes o adolescente está com dificuldades de ter autonomia para estabelecer seus próprios limites. Então, nessa hora, precisa de alguém para fazer isso”, afirma o psicanalista Ailton Bastos, de Londrina.

 

Em situações específicas, como o adolescente que está com baixo rendimento escolar por conta da quantidade de horas que passa na lan house, vale limitar as horas até que as notas melhorem. “Mas, com adolescente, você tem que deixar muitas vezes uma válvula de escape, pois quanto mais intensa a exigência, mais chances de não dar certo. Ele precisa de parâmetros, mas com um certo nível de liberdade”, diz.

Mesmo assim há situações em que é preciso até proibir as idas à lan house por um período de tempo. “Há certos momentos que não é radical (proibir), há certos momentos que é  necessário. Mas isso não pode ser feito no calor da emoção, esse adulto tem que pensar bem antes de estabelecer, para que possa cumprir a palavra dada. E se perceber que a coisa é grave não espere que a própria pessoa decida procurar ajuda”, avalia. (C. P.)¹ (...)

1. Chiara Papali é repórter da Folha de

Londrina

Trecho retirado do jornal Folha de Londrina

de 08/10/2007.

 

Texto 2

O aborto em discussão

ÉPOCA conduziu com clareza a questão do aborto. Esse é um problema de cada mulher, não depende da religião ou do Estado. Algumas considerações devem ser feitas. Não é verdade que mulheres que abortam desenvolverão problemas renais, cardíacos, derrames ou ficarão estéreis. A pílula do dia seguinte não provoca a eliminação de embriões fecundados, como se poderia supor.

Texto 3

Três mortes nas rodovias do Estado

Curitiba –

Duas colisões em estradas paranaenses terminaram com três óbitos ontem. Em Guarapuava, pai e filha morreram na colisão frontal entre um Astra e um ônibus da Viação Garcia que fazia linha entre Curitiba e Cascavel, na BR 277, também na madrugada de ontem.(...)

 

Texto de Augusto Cezar.

Trecho retirado do jornal Folha de Londrina de 27/01/08.

1 - Qual a finalidade ou objetivo:

a) do texto 1:...................................................................................................................

b) do texto 2:...................................................................................................................

c) do texto 3:....................................................................................................................

2 - A que gênero textual pertence cada um dos textos que você acabou de ler?

3 – Todos os textos que você leu tratam de questões polêmicas? Em qual texto o autor apresenta uma questão polêmica, se utilizando de argumentos e pode ser considerado um artigo de opinião?

 

4 – Encontrado o texto no qual o autor defende uma opinião, um ponto de vista sobre um tema polêmico, responda:

a) Qual a questão tratada pelo autor?

b) Qual a posição defendida pelo autor, nesse mesmo texto?

c) Cite pelo menos dois argumentos utilizados pelo autor para defender sua posição.

 

 

 

 

 



Escrito por Juliana Oliveira às 12h40
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Atividade de informática educativa

Projeto de leitura

4º ano - Lenda

Professora Juliana

 

A estrela do mar


O Sol era um rei muito severo. Quando se zangava, fazia tudo se esquentar. E se ficava mesmo bravo, queimava a pele das pessoas e dos bichos que se esqueciam de se esconder. Secava o chão e às vezes fazia as plantas pegarem fogo.

Quando o Sol se escondia do outro lado da Terra, para descansar, era a vez da Lua de passear. [...]

A Lua era um arainha muito bondosa, porque deixava que pelo céu dançassem e brincassem muitas e muitas estrelas.

Numa certa noite, uma dessas estrelas brincalhonas foi conversar com a Lua e perguntou:

- Rainha, rainha! Eu queria tanto conhecer o dia!

E a Lua respondeu:

- Isso não pode ser! O rei Sol não permite!

A estrela ouviu, mas fingiu que esqueceu, viu? E quando a noite começou a findar, e a Lua e as outras estrelas foram desaparecendo do céu, essa estrelinha se escondeu atrás de uma nuvem. E o Sol entrou no céu, como sempre fazia, pela porta do Leste. E o céu foi clareando  com seu brilho. E o Sol foi passeando, passeando. Passando e passeando.

De repente, a nuvem que estava escondendo a estrelinha se derreteu em chuva. E a chuva, passando pelos raios do Sol, formou um arco-íris. E a estrelinha, de tão feliz que estava de estar vendo coisa tão linda, se esqueceu de correr atrás de outra nuvem. E o rei Sol viu a estrelinha em seu espaço, e gritou:

- Como você teve coragem de me desobedecer?

A estrelinha, tremendo, respondeu:

- Desculpe-me, rei Sol, mas é que eu queria tanto saber como é o dia!

O Sol, que era mesmo muito bravo e ranzinza, gritou:

- Pois fique sabendo que você nunca mais verá o dia e não verá também a noite! Como castigo, você irá morar para sempre no fundo do mar!

E nesse mesmo instante a estrela despencou lá do céu, e caiu no mar, indo lá para o fundo, onde mora até hoje feliz e contente, viu? Porque, além de conhecer as profundezas do oceano, ela às vezes pega carona com as ondas. E chegando na praia, olha lá para o céu e conversa com a Lua e as estrelas de noite. E de dia ri da cara do Sol, que não pode mais fazer nada para impedir que ela assista seu passeio. E espia quando se desenha um arco-íris no céu...

 

1. Substitua as palavras em destaque por outras do mesmo sentido.

 

a. O Sol era um rei muito severo. Quando se zangava, fazia tudo se esquentar.

b. E quando a noite começou a findar, e a Lua e as outras estrelas foram desaparecendo do céu, a estrelinha se escondeu atrás de uma nuvem.

 

2. No início do texto aparecem descrições, contando como as personagens são.

Escreva as frases usadas na estória para descrever as personagens:

  • Sol
  • Lua
  • Estrela

3. Nesse texto as personagens ganham vida, ou seja, têm comportamentos e sentimentos que são próprios do seres humanos. Isso acontece na vida real? Por quê?

4. Tudo acontecia sempre igual no reino do Sol. Até que certa noite... Que problema criado na história fez com que o texto se tornasse mais interessante?

5. Qual castigo a estrelinha recebeu por desobedecer as ordens do Sol? Você considera que ela realmente foi castigada?

 

 




Escrito por Juliana Oliveira às 22h08
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